“Hoje já faz onze meses que me encontro limpo sem fazer uso de qualquer substância que altera meu humor, e é só por hoje que eu vou em busca dos meus sonhos e dos planos que Deus tem preparado para mim. Hoje eu me sinto uma nova pessoa, estou recuperando minha sanidade e a confiança dos que que ainda acreditam que sou capaz, vou fazer o possível para não decepcionar”.
O testemunho de superação diária é do reeducando J. B. M. de P., que cumpre pena na Penitenciária de Paranaíba; ele é um dos internos inseridos nos projetos de enfrentamento à drogadição desenvolvidos pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) com foco na transformação de vidas e na reinserção social, tendo em vista que o uso de drogas está intimamente ligado à violência e à prática de crimes.
Iniciativas de combate à dependência química entre custodiados em presídios de Mato Grosso do Sul são coordenadas pela Diretoria de Assistência Penitenciária da Agepen (DAP), por meio da Divisão de Promoção Social. Desenvolvidos por agentes penitenciários da área de Assistência e Perícia, os trabalhos envolvem, principalmente, terapia em grupo e contam com o importante apoio de voluntários do Narcóticos Anônimos (NA).
Durante os encontros dos grupos terapêuticos das unidades prisionais, os integrantes de NA expressam a importância dos doze passos para a recuperação, partilham suas próprias experiências com o uso das diversas drogas e como suas vidas mudaram a partir do momento em que passaram a encarar a adicção como doença. Assim como no depoimento do interno J.B., a principal meta é superar o hoje, um dia de cada vez.
O custodiado garante que foi nos encontros do Grupo Recomeçar, na Penitenciária de Paranaíba, com apoio do NA, que encontrou forças para encarar de frente o problema e passar a escrever uma nova história. “Eu comecei a entender que eu era uma pessoa doente, eu sofri muito com essa doença, mas hoje eu estou me recuperando aos poucos frequentando as reuniões e ouvindo as partilhas dos outros adictos que ainda sofrem com este mal”, conta J.B.
O reeducando revela que, antes dessa “recuperação”, era uma pessoa “muito rebelde e indisciplinada, não tinha sanidade nenhuma”. “Hoje eu consigo ver meus erros e tento repará-los sempre que é possível, eu vou me sentindo cada vez melhor cada dia que passa, eu gostei muito desse programa, ele funciona de verdade, basta você querer e praticar o que é passado nas reuniões que dá tudo certo”, agradece.
É nesse espírito de irmandade – tão importante na vida – e de superar um dia de cada vez, que os grupos de ajuda mútua desenvolvidos nos presídios se fortalecem, garante um voluntário do Narcóticos Anônimos, que dedica, pelo menos, 15 dias por mês para participar e conduzir grupos terapêuticos em unidades penais do Estado. “Qualquer adicto pode parar de usar drogas, perder o desejo de usar drogas e encontrar uma nova maneira de viver”, destaca, sem revelar o seu nome, já que uma das diretrizes do trabalho é o sigilo.
Ele explica que, apesar de ser voluntária, a atuação exige muita dedicação, estudo e responsabilidade por parte da equipe que presta assistência neste programa de recuperação. “Buscamos dar de graça o que recebemos de graça”, complementa, lembrando que todos são pessoas que também enfrentaram problemas com as drogas.
Segundo ele, todo o esforço é compensado a cada história de superação que presencia. “Não temos a pretensão de resolver todo o problema, mas cada um que a gente ajuda nesta transformação já é uma grande vitória”, afirma.
Para a agente penitenciária Grasiela B. Brito – assistente social que coordena o projeto no Estabelecimento Penal de Paranaíba há cerca de cinco meses – o grande desafio é fazer o dependente reconhecer a dependência química como doença e como ela escraviza e aprisiona.
“Nosso propósito é levar a mensagem aos adictos que ainda sofrem, a cada reunião é frisado sobre a importância de reconhecer a impotência e a falta de controle sobre adicção, a responsabilidade sobre a recuperação é um ponto muito importante que é abordado, pois pessoas, coisas e lugares não são culpados por esta doença, cada um deve encarar os sentimentos e problemas”, ressalta a assistente social.
Segundo a chefe da Divisão de Promoção Social da Agepen, Marinês Savoia, dados levantado pelo setor apontam que, atualmente, pelo menos 260 internos participam efetivamente de grupos terapêuticos realizados em 18 presídios de Mato Grosso do Sul. Além do trabalho feito no interior dos estabelecimentos penais, ao conquistarem a liberdade, os assistidos pelos projetos ainda são orientados sobre os locais em que podem continuar o tratamento, seja em reuniões de Narcóticos Anônimos ou em comunidades terapêuticas mais próximas de suas residências. “O enfrentamento à dependência química dentro do sistema penitenciário é um grande diferencial”, avalia Marinês, que coordena as agentes penitenciárias responsáveis pela condução dos grupos terapêuticos nas unidades prisionais.
Serviço
O Narcóticos Anônimos é uma irmandade mundial ativa em mais de 140 países e com mais de 70 mil reuniões semanais pelo mundo. Qualquer um, independente de raça, crença, opção sexual, idade ou situação financeira pode participar das reuniões do grupo, que são totalmente gratuitas.
Assim como o trabalho voluntário nos presídios, o NA busca atingir todos os segmentos da sociedade em busca da superação da dependência química. “Buscamos oportunidades de apresentar o programa em órgãos voltados às áreas de educação, saúde, entre outros, para ampliarmos esta rede de enfrentamento”, destaca o voluntário.
Mais informações sobre o trabalho do Narcóticos Anônimos podem ser obtidas em sua página oficial no Brasil: http://www.na.org.br/, ou pelo telefone 0800 888 6262.

























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